Sobre a Revista

Conselho Editorial e de Consultores Nacional

Adriano Sousa Costa. Mestre em Ciência Política (UFG). Doutorando em Ciência Política (UnB).

Antônio Hot Pereira de Faria. Doutor em Tratamento da Informação Espacial (PUC/MG).

Carina Lopes Gonçalves. Mestranda em Direitos Humanos (UFG).

Cícero Robson Coimbra Neves. Mestre em Direito Penal (PUC/SP).

Ciro Costa Chagas. Mestre em Direito nas Relações Econômicas e Sociais (Faculdade Milton Campos). Doutorando em Direito Penal (UFMG).

Diego Paulo de Oliveira Romualdo. Mestrando em Educação (UFMG).

Eduardo Godinho Pereira. Doutor em Educação (UFMG).

Filipe Márcio Ferreira Marteletto. Mestre em Ciências Sociais (PUC/MG).

Fernando Antonio Nogueira Galvao da Rocha. Doutor em Direito (UFMG).

Francis Albert Cotta. Doutor em História (UFMG).

Francisco Sannini. Mestre em Direitos Difusos e Coletivos (Centro Universitário Salesiano de Lorena/SP).

Frederico Ribeiro de Freitas Mendes. Mestre em Direito (UFSC).

Glaison Lima Rodrigues. Mestre em Direito Penal (PUC/MG).

Glícia Araújo Ferreira. Mestre em Ciências Sociais (PUC/MG).

Hélio Hiroshi Hamada. Doutor em Educação (UFMG).

Henrique Hoffmann. Mestre em Direito (UENP).

João Paulo Fiúza da Silva. Mestre em Administração (UFMG).

Lauro Soares de Freitas. Doutor em Administração (UFMG).

Lázaro Tavares de Melo da Silva. Doutorando em Ciências Jurídicas e Sociais (Universidade do Museu Social Argentino).

Leandro Antunes e Silva. Mestre em Direitos Humanos, Cidadania e Estudos sobre Violência (Unieuro).

Leonardo dos Santos da Silva. Mestre em Direito (Escola Superior Dom Helder Câmara).

Leonardo Novo Oliveira Andrade De Araújo. Mestrando em Criminologia (Universidade Fernando Pessoa – Porto, Portugal).

Luciano Loiola da Silva. Doutor em Direito (Universidade de Coimbra). Pesquisador do Centro de Estudos Organizacionais e Sociais do Politécnico do Porto(CEOS.PP) e do Instituto Iberoamericano de Estudos Jurídicos (IBEROJUR).

Marcello Martinez Hipólito. Mestre em Gestão de Políticas Públicas (Universidade do Vale do Itajaí - UNIVALI)

Márcio Adriano Anselmo. Doutor em Direito Internacional (USP).

Mauro Guilherme Messias dos Santos. Mestre em Direito pela Universidade Federal do Pará (UFPA).

Michel Canuto de Sena. Doutorando do Programa de Pós-graduação Interdisciplinar da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS).

Paulo Henrique Brant Vieira. Mestre em Direito (Universidade de Itaúna/MG).

Paulo Tiego Gomes de Oliveira. Mestre Ciências Sociais (PUC/MG). Doutorando em Educação (UFMG).

Ricardo Luiz Amorim Gontijo Foureaux. Mestre em Estudos de Linguagens (CEFET-MG).

Ricardo Belini Muffato de Souza. Mestre em Educação (UFSJ).

Rodrigo Foureaux. Mestrando em Direito, Justiça e Desenvolvimento (IDP/SP).

Rogério Greco. Doutor em Direitos Humanos e Justiça Penal (Universidade de Burgos – Espanha).

Ronald Jean de Oliveira Henriques. Mestre em Direito (PUC/MG). Doutorando em Direito Público com ênfase em Ciências Penais (PUC/MG).

Ronaldo João Roth. Mestre em Direito (UNIFIEO).

Sérgio Augusto Veloso Brasil. Mestre em Direito Empresarial (Faculdade de Direito Milton Campos/MG).

Sérgio Carrera Neto. Mestre em Ciência Política e Direitos Humanos.

Sérgio Henrique Soares Fernandes. Doutorando em História, Estudos de Segurança e Defesa (Instituto Universitário de Lisboa)

Steevan Oliveira. Mestre em Direito (UFMG).

Thiago Colnago Cabral. Mestre em Direito Penal (USP). Doutorando em Direito (USP).

Conselho Editorial e de Consultores Internacional

Ene Gheorghe Petrut -

Iassito Kamuendo Mugammad. Mestre em Direito Administrativo. Doutorando em Direito Público (Universidade Católica de Moçambique - Faculdade de Direito de Nampula).

Nuno Poiares. Doutor em Sociologia (Universidade de Évora e ISCTE - Instituto Universitário de Lisboa).

Sérgio Henrique Soares Fernandes. Mestre em Administração (Universidade São Marcos). Doutorando em História, Estudos de Segurança e Defesa (Instituto Universitário de Lisboa).

Silvino Semedo. Mestrando em Gestão dos Recursos Humanos e do Conhecimento (Universidade Jean Piaget de Cabo Verde).

Política Editorial

            Missão: A Revista Segurança Pública e Democracia tem por missão estimular pesquisas independentes sobre temas relevantes para a Segurança Pública, a Ciência Policial, a Atividade Policial e a Democracia, de forma que haja estudos, aprofundamentos, aperfeiçoamento e intercâmbio da produção científica.

            Escopo: A Revista Segurança Pública e Democracia é um periódico eletrônico voltado à publicação de artigos científicos inéditos, de caráter jurídico ou não, filosófico, sociológico, criminológico, tecnológico e outras áreas, que resultem de pesquisas e estudos independentes sobre a Segurança Pública, a Ciência Policial, a Atividade Policial e a Democracia, de forma que forneça elementos para reflexões sobre as áreas de estudo da revista.

            Linha de pesquisa: As pesquisas devem contemplar temas afetos à Segurança Pública, à Ciência Policial ou à Atividade Policial. A Revista Segurança Pública e Democracia é democrática, respeita a liberdade acadêmica e de pensamento, e valoriza a qualidade do trabalho escrito sob o ponto de vista científico.

            Responsabilidade Acadêmica e Científica:O conteúdo dos artigos publicados na Revista Segurança Pública e Democracia, inclusive a veracidade das informações, metodologia e dados mencionados, não representa as opiniões e conclusões do Conselho Editorial, na medida em que a revista prima pela cientificidade do conteúdo e respeito à liberdade acadêmica e de pensamento, podendo publicar artigos com conteúdos que destoam do pensamento dos membros do Conselho Editorial e de Consultores.

            Público-alvo: A Revista Segurança Pública e Democracia é voltada para todos que se interessarem pelos temas afetos à área de estudo da revista, sobretudo para os operadores do direito, como os policiais, professores, pesquisadores, estudantes, magistrados, promotores, procuradores, advogados, defensores públicos e qualquer pessoa que tiver interesse em estudar o tema, já que a segurança pública é sempre um assunto atual, relevante, complexo e pertence, direta ou indiretamente, à vida de todos.

            Periodicidade: No início a revista será semestral, contudo avançará para a publicação com fluxo contínuo, o que significa que os artigos aprovados pela revista serão publicados imediatamente.

            Política de acesso à revista: A Revista Segurança Pública e Democracia é um periódico eletrônico e gratuito, com o fim de facilitar e democratizar a difusão do conhecimento científico e o acesso por qualquer pessoa.

Regras para publicação

          A observância das regras para a publicação de artigos na Revista Segurança Pública e Democracia é obrigatória. As submissões de artigos que não estiverem de acordo com as normas serão devolvidas aos autores.

  • Ineditismo: o artigo deve ser inédito e não estar sendo avaliado para publicação por outra revista; caso contrário, deve-se justificar em “Comentários ao editor”.
  • Exigência curricular do(s) autor(es):a Revista Segurança Pública e Democracia só analisa artigos de autores e coautores com, no mínimo, a graduação em andamento.
  • Anonimização do texto: O artigo deve estar anonimizado, não contendo nome, sobrenome, minicurrículo, e-mail ou qualquer outro dado que permita a identificação direta ou indireta de seu(s) autor(es);
  • Fomento: O autor deve informar à Revista qualquer financiamento, bolsa de pesquisa ou benefícios recebidos, de fonte comercial ou não, declarando não haver conflito de interesses que comprometa o trabalho apresentado.

Todos os textos deverão observar as diretrizes para os autores.

Diretrizes para os autores

  • Os artigos devem ser enviados na fonte Arial, tamanho 12, espaçamento entre linhas 1,5 e texto justificado. A configuração da página deve ser feita no padrão A4 (210 mm x 297 mm), com margens superior e esquerda de 3 cm e inferior e direita de 2 cm;
  • Todo o texto deverá ter o mínimo de 08 (oito) páginas e no máximo 20 (vinte) páginas, podendo, em casos excepcionais, ante a excelência do texto, possuir menos ou mais páginas, o que deve ser aprovado pelo Conselho Editorial;
  • Os autores podem encaminhar os textos redigidos em português, inglês ou espanhol;
  • O arquivo da submissão do artigo deve estar no formato Microsoft Word, OpenOffice ou RTF;
  • Caso o texto seja apresentado em português, o título deverá ser apresentado também em inglês.
  • As seções iniciais e finais do artigo devem ser denominadas Introdução e Considerações finais ou Conclusões.
  • Os textos devem ser enviados para avaliação, exclusivamente, por intermédio do sistema Open Journal Systems (OJS).
  • Os textos submetidos à análise da Revista deverão obedecer as diretrizes atualizadas da ABNT e conter os seguintes tópicos:
  1. Título

            Somente a primeira letra de cada frase do título deve ser maiúscula, salvo nos casos em que for obrigatório o uso de mais de uma letra maiúscula.

            Exemplo: Estudo da legítima defesa policial no Código Penal do Brasil e da Alemanha

  1. Sumário

            É situado abaixo do título e deverá conter somente o número e nome das seções principais que compõem o artigo.

  1. Resumo

            O resumo é um texto conciso e redigido em um único parágrafo, que demonstre a finalidade do artigo e o principal assunto.

  1. Palavras-chave

            Indicar os principais termos e expressões que especifiquem o artigo para a sua indexação.

            Exemplo:

            Palavras-chaves: Polícia Ostensiva InvestigaçãoSegurança Pública

          Clique aqui para acessar o modelo de artigo a ser submetido à Revista Segurança Pública e Democracia.

Processo de avaliação

           Os artigos submetidos à Revista Segurança Pública e Democracia passarão por duas etapas de avaliação.

            A primeira etapa desk review -será realizada pelo Corpo Editorial e se destina à verificação do cumprimento da política editorial, regras para publicação e das diretrizes para os autores. Sendo o trabalho considerado relevante para a comunidade acadêmica e cumprindo as normas da Revista será encaminhado para a segunda fase. Caso não atenda a essas condições, o Corpo Editorial poderá devolver o artigo para que o autor possa avaliar e reenviá-lo para a Revista com as adequações necessárias.

            A segunda etapa – avaliação cega por pares ou duplo cega - consiste no encaminhamento dos artigos para dois pareceristas do Corpo de Consultores ou ad hoc, que são doutores e/ou mestres das respectivas áreas temáticas. Em casos excepcionais, caso não haja doutores e/ou mestres dentro da área temática do artigo, o Corpo Editorial poderá encaminhar o texto para avaliação de pareceristas de notório e comprovado conhecimento na área.

Direitos autorais

          Ao submeterem artigos à Revista Segurança Pública e Democracia, os autores declaram ser titulares dos direitos autorais, respondendo exclusivamente por quaisquer reclamações relacionadas a tais direitos, bem como autorizam a Revista, sem ônus, a publicar os referidos textos em qualquer meio, sem limitações quanto ao prazo, ao território ou qualquer outra, incluindo as plataformas de indexação de periódicos científicos nas quais a Revista venha a ser indexada. A Revista fica também autorizada a adequar os textos a seus formatos de publicação e a modificá-los para garantir o respeito à norma culta da língua portuguesa.

Ética e integridade na prática científica

          Os artigos submetidos à Revista Segurança Pública e Democracia devem cumprir as diretrizes do Conselho Nacional de Pesquisa (CNPQ), extraídas do site em 26 de julho de 2020.

  1. O autor deve sempre dar crédito a todas as fontes que fundamentam diretamente seu trabalho.
  2. Toda citação in verbis de outro autor deve ser colocada entre aspas.
  3. Quando se resume um texto alheio, o autor deve procurar reproduzir o significado exato das ideias ou fatos apresentados pelo autor original, que deve ser citado.
  4. Quando em dúvida se um conceito ou fato é de conhecimento comum, não se deve deixar de fazer as citações adequadas.
  5. Quando se submete um manuscrito para publicação contendo informações, conclusões ou dados que já foram disseminados de forma significativa (p. ex. apresentado em conferência, divulgado na internet), o autor deve indicar claramente aos editores e leitores a existência da divulgação prévia da informação.
  6. Se os resultados de um estudo único complexo podem ser apresentados como um todo coesivo, não é considerado ético que eles sejam fragmentados em manuscritos individuais.
  7. Para evitar qualquer caracterização de autoplágio, o uso de textos e trabalhos anteriores do próprio autor deve ser assinalado, com as devidas referências e citações.
  8. O autor deve assegurar-se da correção de cada citação e que cada citação na bibliografia corresponda a uma citação no texto do manuscrito. O autor deve dar crédito também aos autores que primeiro relataram a observação ou ideia que está sendo apresentada.
  9. Quando estiver descrevendo o trabalho de outros, o autor não deve confiar em resumo secundário desse trabalho, o que pode levar a uma descrição falha do trabalho citado. Sempre que possível consultar a literatura original.
  10. Se um autor tiver necessidade de citar uma fonte secundária (p.ex. uma revisão) para descrever o conteúdo de uma fonte primária (p. ex. um artigo empírico de um periódico), ele deve certificar-se da sua correção e sempre indicar a fonte original da informação que está sendo relatada.
  11. A inclusão intencional de referências de relevância questionável com a finalidade de manipular fatores de impacto ou aumentar a probabilidade de aceitação do manuscrito é prática eticamente inaceitável.
  12. Quando for necessário utilizar informações de outra fonte, o autor deve escrever de tal modo que fique claro aos leitores quais ideias são suas e quais são oriundas das fontes consultadas.
  13. O autor tem a responsabilidade ética de relatar evidências que contrariem seu ponto de vista, sempre que existirem. Ademais, as evidências usadas em apoio a suas posições devem ser metodologicamente sólidas. Quando for necessário recorrer a estudos que apresentem deficiências metodológicas, estatísticas ou outras, tais defeitos devem ser claramente apontados aos leitores.
  14. O autor tem a obrigação ética de relatar todos os aspectos do estudo que possam ser importantes para a reprodutibilidade independente de sua pesquisa.
  15. Qualquer alteração dos resultados iniciais obtidos, como a eliminação de discrepâncias ou o uso de métodos estatísticos alternativos, deve ser claramente descrita junto com uma justificativa racional para o emprego de tais procedimentos.
  16. A inclusão de autores no manuscrito deve ser discutida antes de começar a colaboração e deve se fundamentar em orientações já estabelecidas.
  17. Somente as pessoas que emprestaram contribuição significativa ao trabalho merecem autoria em um manuscrito. Por contribuição significativa entende-se realização de experimentos, participação na elaboração do planejamento experimental, análise de resultados ou elaboração do corpo do manuscrito. Empréstimo de equipamentos, obtenção de financiamento ou supervisão geral, por si só não justificam a inclusão de novos autores, que devem ser objeto de agradecimento.
  18. A colaboração entre docentes e estudantes deve seguir os mesmos critérios. Os supervisores devem cuidar para que não se incluam na autoria estudantes com pequena ou nenhuma contribuição nem excluir aqueles que efetivamente participaram do trabalho. Autoria fantasma em Ciência é eticamente inaceitável.
  19. Todos os autores de um trabalho são responsáveis pela veracidade e idoneidade do trabalho, cabendo ao primeiro autor e ao autor correspondente responsabilidade integral, e aos demais autores responsabilidade pelas suas contribuições individuais.
  20. Os autores devem ser capazes de descrever, quando solicitados, a sua contribuição pessoal ao trabalho.
  21. Todo trabalho de pesquisa deve ser conduzido dentro de padrões éticos na sua execução, seja com animais ou com seres humanos.

Política de Privacidade

            Os nomes e endereços informados nesta revista serão usados exclusivamente para os serviços prestados por esta publicação, não sendo disponibilizados para outras finalidades ou a terceiros.

Submissão de artigos

            Nessa parte haverá o acesso à plataforma Open Journal Systems (OJS).